Arquivo de Março, 2008

Internet e o sapo fervido

A internet está aí para todos. Tem gente que vive só da venda de diárias em hotéis. É comprar e vender. Como um produto comum, uma mercadoria. Tem gente que ganha mais de US$ 1 milhão por ano, trabalha de bermudas em casa vendendo destinos para turistas internacionais. É claro que por trás de qualquer ação, existe uma ciência. Não é tão fácil assim. Chegar e conseguir da noite para o dia fazer milhares de dinheiros. Mas é possível sim. Basta querer, pesquisar e planejar. Saber qual é a demanda, a bola da vez. Juntar os palitos, montar o castelo com bases sólidas aliado a um bom e sério trabalho. O sucesso chega na hora certa, no momento preciso.

A internet está no ar há pouco mais de 10 anos. Começou no dia 1º de janeiro de 1996. Alguns anos depois houve a bolha, onde muita gente vendeu seus projetos por 200, 300, 400 milhões de doletas. Se deu bem prá xuxu. Depois o mundo caiu na real e viu que não era simples assim. Todos recuaram. O site Uol demorou muito tempo para sair do vermelho, a Aol se deu mal. Outros ainda batalham por um espaço no Sol. Mas, precisamos concordar que a nova bolha já está acontecendo. A geração que nasceu com a internet estará daqui a pouco assumindo e ocupando cargos de direção e utilizando a internet como nossa tia usava o caderno para escrever receitas ou a escova para pentear o cabelo. Quando a geração pré-internet se aposentar daqui a alguns anos e a pós-internet assumir de vez as rédeas do business cada vez mais globalizado, aí sim iremos ter a nova onda chegando na praia e trazendo tecnologias nunca antes vistas – alguém aí lembra do filme Minority Report do Spielberg? Pois é, daqui há pouco teremos tudo aquilo em nossas mãos.

O que não podemos fazer é ficar esperando os acontecimentos chegarem. Quem cursou Administração, certamente foi lecionado com o exemplo do sapo fervido: pega-se uma panela grande, coloca-se água fria e leva-se ao fogo. O único ingrediente é um sapo vivo, que fica boiando calmamente e não percebendo a água esquentar. Quando percebe já é tarde. O sapo morre. A segunda opção é pegar a mesma panela com água, esperar pela fervura e jogar o sapo vivo lá dentro. O bicho dá um baita pulo e salta fora. É a reação que precisamos ter todo os dias. Lutar pelo novo sempre! Inovar! E aí? Que sapo você é? O fervido ou o pode-vir-quente-que-eu-estou-fervendo? Fui!

Os cinemas do centro de São Paulo

Hoje fui ao centro de São Paulo para uma reunião. Depois do almoço, junto com o amigo Agnaldo Chagas fomos visitar dois hotéis. Um deles, o Itamaraty na Vieira de Carvalho, simples na decoração mas com tecnologia que muito hotel grande não possui, como o acesso wi-fi nos apartamentos. Depois, fomos ver o Marabá, que fica em cima do cinema de mesmo nome. O hotel é muito interessante e com certeza vou fazer um In Loco nele. O mercado precisa conhecer um dos melhores empreendimentos da região central de Sampa.

Durante o almoço, que aconteceu no Estação República, na rua Aurora, conversamos sobre cinema, inspirados pela decoração do restaurante que exibe pôsteres e cartazes de famosas películas. Logo, estávamos viajando no tempo. Lembrei da época que eu tinha entre 15 e 16 anos, morava no Bom Retiro, e ía duas vezes por semana aos cinemas do centro. Naquela época, ainda não existiam as salas nos shopings. Como num filme, passaram em meu HD pessoal, que já anda meio riscado, os cines Ipiranga, Marabá, Ouro, Olido, Metro, Comodoro, Windsor, Marrocos, Espacial, Barão, República, onde assisti pela primeira vez um filme em 3D – era sobre vampiros, horroroso. Tinha uma cena que uma das personagens era transpassada por uma lança e um dos seus orgãos internos fica pendurado na ponta, e, sendo a película em três dimensões, por uns cinco minutos, enquanto ele não morria, o fígado parecia ficar bem na nossa frente. Cada coisa que a gente lembra, não?  Bom, mas voltando para os cinemas… Que saudades daquelas salas enormes – o Marabá tem uma com capacidade para três mil pessoas, a maior da cidade.

Sem saudosismos, pois não adianta ficar se lamentando e relembrando com pesar de épocas que já se foram, como será que nossos filhos irão se lembrar dos cinemas atuais? Posso até imaginar eles conversando daqui a 30 anos… “Lembra quando íamos ao cinema dentro dos shopings? Pois é, agora assistimos filmes em óculos especiais nos quais fazemos o download direto da grande rede.” O que será que vai acontecer? Os cinemas vão acabar? Acho que não. Talvez os hotéis assumam esse papel… Como num sonho bom: sair para assistir um filme no Grande Hotel, depois jantar no seu restaurante, e quem sabe esticar e dormir em alguma de suas suítes… Fui!

Turistas em trânsito

Vejo turistas em trânsito o tempo todo. E não é no aeroporto. A expressão “em trânsito” se refere aos viajantes que esperam por conexão. Me refiro, infelizmente, aos turistas que chegam em São Paulo, cidade onde nasci, cresci e vivo atualmente – se tiver que mudar, quero morar na Nascimento Silva, em Ipanema, preferencialmente em frente ao número 107, onde residiu o mestre Tom. Sim, vejo turistas dentro de automóveis dentro de engarrafamentos caóticos na marginal Tietê ou Pinheiros. Vejo turistas presos no caos do trânsito que se agrava a cada dia nos Jardins, no Itaim, no Brooklin, em Pinheiros, Moema, Campo Belo e em outros belos bairros da maior cidade da América do Sul.

Afinal, qual é a solução do trânsito? Pedágios urbanos, dizem uns. Mais um dia de rodízio, sugerem outros. A minha primeira sugestão é que coloquem engenheiros de verdade na Companhia de Engenharia de Tráfego (CET). A segunda, é que os recursos arrecadados com as multas permaneçam no CET e que não sejam mais enviadas para Brasília. A terceira é que parem de construir conjuntos habitacionais em ruas que não podem suportar mais um carrinho de rolemã. Imagino quando três enormes torres que estão sendo finalizadas aqui perto da minha casa no Brooklin sejam entregues. Serão cerca de 500 novos automóveis circulando na mesma rua que existe há mais 50 anos. Será que a prefeitura não enxerga isso? Acredito que ela vê apenas os mais IPTUs que serão recolhidos.

No mês que vem deverá ser inaugurado a ponte que estão chamando de novo cartão postal da cidade, também no Brooklin. Com certeza não irá resolver nada no fluxo dos automóveis que cruzam o rio. Nossos governantes não têm visão do futuro. Se a prefeita Erundina, ao invés de tapar os túneis que o Jânio Quadros fez, tivesse pensado em estender o Metrô (saindo da estação Paraíso, pela 23 de Maio e entrando direto no túnel e saindo na marginal de Pinheiros e fazendo a ligação com o trem espanhol, teríamos o subway no Itaim. Por que não fazem uma linha da estação Vila Madalena até a estação Cidade Universitária? Por que não interligam a estação Consolação à Santa Cecília? Quantos quilômetros são de distância? Dois, três, quatro no máximo? O cidadão que trabalha na Paulista e mora na Zona Leste atualmente precisa fazer duas trocas de trem para seguir ao seu destino. Ninguém faz nada, ninguém reclama. Vamos tomar uma atitude? Quem se habilita?

The Beginning

Bem que o governo poderia criar novas cidades em localidades rurais inexpressivas. Aquelas enormes fazendas que não produzem nada e que servem apenas para esquentar as escrituras empoeiradas no fundo das gavetas do móvel do avô.
A fórmula é simples, e com certeza alguém já deve ter pensado nisso:
1) Escolhe-se uma área grande já preparada para o cultivo e com atrativos turísticos;
2) Cria-se uma lei de incentivo para a instalação de grande(s) empresa(s), como por exemplo, de alimentação;
3) Incentiva-se a mudança de famílias para o local, com emprego garantido;
4) Desenvolvem-se escolas, universidades, hospital, comércio, empregos, etc;
5) Exporta-se o que for produzido
6) E ao invés do The End, teríamos o The Beginning

Os dois carnavais: business e lazer

Este assunto é de outros carnavais. Literalmente. Já não é deste século que alguns brasileiros mais sérios sugerem que o Carnaval seja comemorado uma semana após o réveillon. O Brasil não começa antes da data festiva e atrapalha os negócios. De um lado, eles têm razão, realmente o país deixa quase tudo para depois da batucada e do desfile.

Tenho conversado com executivos da hotelaria. Quem é do segmento business afirma que o carnaval neste ano sendo no começo de fevereiro fez o mês ter uma ocupação excelente. Já, os hoteleiros do lazer se queixam dizendo que o carnaval foi um fiasco. Caiu muito perto de janeiro. “Os turistas saíram de férias no primeiro mês do ano, e ainda nem haviam recebido o salário e já era carnaval. Quando o feriado é em março, o primeiro trimestre registra índices excelentes”, afirmam. O que fazer então?

Alguns destinos estão organizando, já há alguns anos, carnavais fora de época. Natal, Aracaju. Eles descobriram que o carnaval é um produto e tentam atrair turistas em períodos de baixa. E já que falamos em baixa temporada. O Brasil não pode ter baixa estação. Temos que continuar criando produtos e colocando nas prateleiras. Temos tantas festividades, tantos festivais. De Paratins, no Amazonas. Da Uva, em Caxias. Parada Gay, em São Paulo. São João… e assim por diante.

Os organizadores de eventos, as associações e o Ministério do Turismo precisam entrar em um acordo geral. Em prol do turismo brasileiro. Organizar tudo e colocar no calendário de forma business-objetiva. O turismo é o melhor negócio do mundo. E o Brasil será o país mais turístico do planeta. Podem escrever! 

Apenas 3,75% dos GGs no Mercosul…

Hoje (11) almocei perto da Faria Lima com um gerente geral especial. Lembro da última vez que estive com ele no final do ano passado, encontrei-o em sua sala que na verdade era um dos apartamentos do hotel. Acabara de assumir o posto e parecia pouco à vontade no espaço, que era muito mais do que suficiente para seu trabalho. Naquele encontro, o executivo não comentou nada sobre esse assunto. Na visita desta terça-feira, cheguei 10 minutos mais cedo do que a hora combinada. O hotel possui um lobby com dois sofás, e foi para um deles que me dirigia, quando virei e me deparei com o comandante hoteleiro numa sala de seis m², localizada na passagem que dá acesso ao restaurante.

Com sua costumeira e contagiante simpatia, ergueu-se e me cumprimentou. Mudou de sala?, indaguei. “Mudei sim! Não me conformava com o tamanho daquele apartamento e não conseguia encarar o desperdício de ocupar uma UH que poderia ser vendida”, me respondeu. “Agora, estou no local certo, perto da recepção e dos meus hóspedes”, completou.

Muito gratificante poder encontrar gerentes que não se escondem em suas salas e que estão disponíveis para encarar situações do cotidiano de hotel. Posso até criar uma estatística. Nos 80 empreendimentos que visitei em 2007, apenas em três a sala do gerente geral ficava na cara da recepção. Ou seja, 3,75% dos gerentes gerais de hotéis do Mercosul ficam em salas visíveis perto da recepção. Vou dizer os nomes desses raros profissionais: Alfredo Stefani, do Radisson São Paulo; Marcelo Pretti, do Blue Tree Santo André e Nicolás Chiribao, do Palladium, em Montevidéu. Fui.

radisson_sala_alfredo.jpg

Mulheres parte 1

Saí do hotel e caminhei pela bonita rua arborizada até chegar na avenida movimentada. Parei na sorveteria e pedi meu sabor predileto. Sentei no banco na calçada e começei a soborear o delicioso creme. Uma atrás da outra elas passavam me fazendo perder a concentração no sorvete. Loiras, morenas, ruivas com seus cabelos e vestidos soltos paravam na esquina esperando pelo sinal verde. Durante os trinta minutos que fiquei ali (ok, saboreei duas casquinhas) contabilizei mais de 60. Não sabia que no céu vendiam sorvete. Lavei as mãos, peguei minha câmera discreta e puxei zooms de rostos, olhares, saliências, contornos, pernas e pés. Podem me chamar de machista. Sou macho mesmo e daí? 

Nada na face da terra se compara ao charme da mulher que sabe ser feminina, que desfila quando anda, que exala charme, que emana sedução, que me provoca com o olhar, que aguça meus maus animais. Que me faz sentir vivo. Parabéns para elas. Mesmo na minha sempre opinião que todos os dias são os dias delas. Muita saúde para vocês!

Precisamos de mais Búzios

O Brasil poderia ter mais cidades como Búzios. O charmoso município fluminense possui uma fórmula ideal para atrair turistas. Tem muitas praias, algumas mais bonitas que as outras, que são usufruidas pelos banhistas durante o dia e pelos adolescentes durante a noite. Tem a rua das Pedras com inúmeros restaurantes e lojas de grife que ficam abertas até a madrugada e uma ou duas boates para fechar o agito. Essa fórmula de praia-gastronomia-consumo atrai cada vez mais os turistas que preferem investir em lugares que são fashion-seguros.

O Brasil precisa se armar com mais cidades com esse estilo. Lá em cima do mapa, perto da Europa, no Maranhão, existem duas cidades que possuem potencial fantástico. Uma delas, fica bem perto da capital São Luís e se chama Alcântara. A cidade construída pelos franceses e destruída pelos portugueses está esperando por uma transformação. Suas ruas e casarões podem receber milhares de turistas (na maioria europeus) se forem recuperadas e nelas instaladas lojas, restaurantes, barzinhos e outros atrativos que todo turista quer. A outra cidade maranhense é Barreirinhas, o portão de entrada para os Lençóis. Tem tudo para se transformar num destino buziano. Citamos apenas três exemplos. Existem centenas de opções.

E o que falta então para que todo esse sonho se realize? Desvincular interesses pessoais e políticos das ações. Assumir de vez que o Turismo pode ser nossa maior fonte de recursos. Nomear pessoas para os cargos que realmente tenham formação na indústria do Turismo. Capacitar prefeitos. Trazer especialistas estrangeiros para passar suas experiências para nós. Entre inúmeras ações.

Nós, brasileiros, temos uma veia no Turismo. Afinal trabalhamos pensando nos feriados que irão chegar, ou não? Começamos a semana pensando na sexta-feira, que a cada ano que passa, chega mais rápido, ou não? O Michelão consegue reunir mais de 500 pessoas oferecendo arroz-com-feijão (delicioso) no jantar, no meio da semana. A gente adora uma festa! A gente adora ir pras feiras internacionais, fazer negócio e cair na balada. Nóis adora o Turismo, então vamos de uma vez por todas viver pelo e para ele! Viva!

60earthhour2.gif

O olho no olho

Outro dia escrevi aqui no blog sobre duas experiências que tive com recepcionistas em dois hotéis paulistanos. O assunto foi comentado ontem, quando fui almoçar com a Milena Sordi, que atualmente gerencia um empreendimento nos Jardins. Milena começou cedo no ramo e, assim como eu, vivenciou o período que as recepções dos hotéis não tinham computador. Todo o trabalho dos check ins era feito manualmente e os check outs dispunham da tecnologia dismaquiana – uma caixa registradora do tipo macdonalds que lançava as despesas nos fólios dos hóspedes.

Tecnologias à parte, havia na recepção o famoso escaninho – imagine um móvel de madeira com vários compartimentos pequenos (8 x 3 cm) onde se colocavam as fichinhas preenchidas manualmente pelos recepas com as seguintes informações: nome do hóspede, datas do check in e check out, tarifa, número de pax e se a reserva era particular ou de empresa. Essas fichinhas tinham várias vias (uma de cada cor) que seguiam, para alguns departamentos como a Governança e Telefonia.

As reservas (garantidas) do dia eram todas pré-preparadas e quando o hóspede entrava pela porta, já fazíamos o contato visual. Não havia o que ficar olhando no balcão. Ficávamos com as cabeças erguidas e com a postura pronta para atender.

Outro dia, numa animada conversa com o John Davies, comentei, que se hoje eu fosse gerente geral, não haveriam computadores na recepção. Todo o serviço burrocrático seria feito pelo pessoal do backstage. No front, apenas os guest service agents - como os antigos recepcionistas eram chamados no ex-Sheraton Mofarrej (atual Gran Meliá Mofarrej e futuro Tivoli São Paulo). O John se animou com a idéia. Quem sabe…?

Vamos melhorar o fluxo!

A gente reclama muito. Até aí, tudo bem. Mas, na minha opinião, quando fazemos isso, precisamos apresentar a solução para a insatisfação que gera essa reclamação. Se não, do que adianta? Outro dia escrevi sobre a experiência que tive com um produto adquirido em uma loja. Reclamei. Liguei pra loja, entrei no site deles, deixei minha reclamação no site do Procon, e até agora nada. O Roberto Junqueira fez um comentário e deu a dica de um site de reclamações. Vamos em frente!

Bom, minha sugestão para o trânsito aqui em São Paulo é melhorar o fluxo. Não sei se vocês, queridos leitores, já perceberam como nossas ruas são complicadas. Caminhões param em qualquer rua, impedindo a passagem de automóveis, ônibus estacionam de qualquer jeito… Bom, mas o que quero dizer é sobre os cruzamentos. Vou dar um exemplo. Rua Alvorada com a avenida Bandeirantes. Lá onde fica a churrascaria Jardineira. Quem vem pela Alvorada e quer virar na Bandeirantes à esquerda tem que primeiro ir para a direita, para depois voltar. Veja a foto abaixo com o fluxo. Por que a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) não vê isso. Será que não existem engenheiros lá?

 jardineira_cruzamento_wrong.gif jardineira_cruzamento_right.gif

Foto da esquerda: os carros que querem entrar à esquerda na avenida Bandeirantes precisam desviar do canteiro central para a direita e depois retornar, atrapalhando o fluxo dos carros que vêm nas faixas ao lado.
Foto da direita: a sugestão é quebrar o canteiro central e recuar até a linha amarela. A linha verde mostra como os carros farão a curva num fluxo normal sem atrapalhar ninguém.

Será que é tão difícil sacar esses pequenos detalhes? Na próxima reunião da minha associação de bairro, com certeza vou levar essa sugestão. Quem sabe? No fundo, são pequenos detalhes que fazem a diferença. E olha, que não é só esse cruzamento, não. Lá na avenida Funchal acontece a mesma coisa. Na Juscelino para quem quer virar na Atílio Inocenti, a mesma coisa. E não é só: semáforos que abrem, aí você acelera e quando está chegando na outra esquina, o sinal fecha. A gente se sente um otário… Na sexta-feira cruzei a Paulista pela Brigadeiro. Não pude deixar de perceber a fila de mais de 3 quarteirões de ônibus parados na grande avenida. Pra que o Metrô embaixo então?
Dá próxima vez que você estiver no trânsito, repare e ajude, reclame. Dá vontade de depositar o IPTU e IPVA em juízo!Bom final de semana para todos!