Continuamos a ir às feiras e outros eventos do setor de turismo. Aviestur, Abav, Braztoa, Festival de Turismo de Gramado, Encatho, EBS, DBS… E é inacreditável como, mesmo com o advento da internet, algumas pessoas continuam indo com malas de rodinha para encher com folhetos que são distribuídos pelos expositores. Cito a internet porque tudo que você imaginar está lá. Inclusive folders de hotéis que podem ser “baixados” e impressos de acordo com a necessidade. Aliás, chega de gastar papel à toa. Imprimem-se toneladas que são inutilizadas nos lixões metropolitanos.
Chego a conclusão que o formato dessa feiras precisa mudar. Os expositores querem é fechar negócios, conhecer novos clientes e pelo menos tentar recuperar os investimentos gastos nos estandes. Conversei com o Antonio Dias, diretor executivo da The Royal Palm Hotéis. Na Abav, sua rede desembolsa cerca de R$ 100 mil no estande. “Não há retorno durante a feira desse investimento. A maioria dos visitantes vêm atrás de brindes”, lamenta. ”Infelizmente precisamos estar nas feiras. Temos que reforçar nossas marcas”, lamenta mais ainda.
As entidades ligadas ao setor de eventos deveriam pelo organizar o cronograma das feiras. Novembro é o mês das loucuras. Eventos no Sudeste, Sul e Mercosul atordoam as agendas de todos. Será que poderemos um dia ver a razão vencer os anseios e interesses pessoais? Será que um dia vamos ser racionais e nacionais? Vou nessa… Bom domingo e excelente semana!
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